quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Sanduba - Pq nem tudo é Filosófico

Terça-feira, 23 horas. A noite estava quente e um filme engraçado (Vovó...Zona 2) estava em seu comercial prolongado de 6 minutos na Fox. Neste momento o estômago começa a mandar sinais ao cérebro pedindo para jogar alguma coisa orgânica em sua piscina gástrica.

Em momentos como esses, nem mesmo o famoso miojo faz milagre (afinal, não leva menos de 5 minutos pra ferver água num fogão convencional) não houve alternativa,a única solução pra acalmar a fera que rugia pouco acima do abdômen era juntar os condimentos e outras coisas orgânicas comestíveis da geladeira entre duas fatias de pão.


Ao voltar estava bem no fim dos comerciais. O dia fora salvo de uma fera faminta capaz de dilacerar uma enorme tigela de lámen (não nissin...) em 30 minutos e eu pude ver o resto dessa comédia que me rendeu boas risadas(e algumas manchas de mostarda na camiseta...) em alguns momentos.

Sim, ser inteligente o tempo todo é chato - e cansa! Por isso um post quebrando a "Brainchain". Mas não perdendo o costume, algumas informações sobre a origem do sanduíche:

(wikipedia sobre Sanduíche)


O sanduíche (do inglês sandwich), também chamado de sande ou sandes (género gramatical feminino) em Portugal, é um tipo de comida que consiste em duas fatias de pão, entre as quais é colocada carne, queijo, ou outro tipo de alimento. Também pode ser feito com um pão inteiro, geralmente de pequenas dimensões.

Os sanduíches são habitualmente consumidos ao lanche, ou, como uma refeição rápida, durante o almoço ou jantar.

Seu nome teria se originado a partir de John Montagu, 4º Conde de Sandwich, aristocrata inglês do século XVIII, que supostamente tinha o hábito de comer pedaços de carne entre duas fatias de pão durante os seus intermináveis jogos de cartas.

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Para os famintos, deixo um site inglês interessante que divulga muitas receitas (Sim, RECEITAS!) de sanduíches feitos por aqueles que, como qualquer um, sentem fome.


Sandwich project:
http://www.sandwichproject.co.uk/index.php

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

"Pássaros voando no céu...


... nem sempre são livres, no entanto." - Kino no Tabi

Um mundo, várias falácias. Um Brasil, incontáveis ilusões.

O ser humano é condicionado desde cedo a acreditar na realidade que mais convém aos monarcas, e cresce num contexto manipulado por súditos beneficiados pelos governos para que entretenham a população com lazeres pobres em cultura e ricos em vazio.
A redemocratização de 85 trouxe à tona a esperança que jazia inerte no subconsciente do cidadão brasileiro, a partir de então, haveria liberdade de escolha e de ação: a população decidirá por voto secreto quais serão seus representante, e poderá participar ativamente da composição legislativa do país, através de referendo e plebiscitos; é permitido tudo aquilo que a lei não proibe.
Obviamente, uma premissa que não passa de uma verdadeira piada internacional.
As leis decrépitas urgem por EVOLUÇÃO, necessitam de adaptação. A sociedade civil esgotou forças para uma luta ideológica, e a única saída que encontram são os protestos violentos. Os políticos não ouvem o choro das andorinhas, nem o grito dos sabiás; os pássaros não voam mais aqui como costumavam voar (remete-se a Hamurabi "Olho por olho, dente por dente"). Tornou-se preferível viver na selvageria, onde pelo menos a justiça é feita. O conceito de "Justiça" não cabe a mim definir. Entretanto, é no mínimo razoável que a sociedade busque uma retaliação ao descaso a que é submetida.

No Brasil somos 183 milhões de pássaros com as asas cansadas, presos a um sistema primitivo que força os cidadãos a aceitaram a ilusão de voar livres.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Pontos e Círculos - começo ou fim?


Dizem que todo começo é o resultado do fim de algo. Eu sinceramente não vejo que todas as coisas estejam presas num ciclo pré-determinado, até mesmo um círculo infinito (leia lemniscata) se iniciou a partir de um ponto incomum que quebrou o espaço vazio de antes.

Se aprendi algo nesses 6614 dias, 1 hora e 40 minutos de vida é que poucas coisas são constantes, a verdade é que tudo o que ocorre é resultado de uma escolha (aleatória ou não) de algo que já ocorreu, e como diz o ditado; "errar uma vez é humano, duas é burrice".

Por isso vou quebrar o ciclo de sempre dizer que "vou-começar-algo-daqui-uns-dias" e começar hoje. Mas vale deixar claro que sem uma parceira como a que possuo, eu estaria aprisionado na minha antiga constante. Sim, ela me fez ver as coisas como um conjunto de pontos distribuídos conforme suas escolhas, e não como formas geométricas pré-fabricadas em réguas.

Então, caro leitor, espere por comentários sobre qualquer coisa nesse Blog, de Pokémon à Literatura.

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